APIS-I-News

O APIs-I-News traz notícias pontuais sobre as importações brasileiras de produtos farmoquímicos, apresentando números, principais destinos e curiosidades. (Fonte: Secex)

2020
APIs-I-News – 061
  • omeprazol: introduzido no mercado mundial a partir de 1983, este antiulceroso estomacal tem amplo mercado no Brasil, dai que em 2019 foram importados 225 toneladas (!!) deste farmoquimico, custando-nos a incrível soma de US$ 14,8 milhões, ao preço médio de US$ 65,81/kg (US$ 49,58/kg em 2018). As importações da China representaram muito pouco em 2019, apenas 1,38%. A primazia está com a União Europeia com 71,82%, seguida por Outros países com 26,80%.
  • palmitato de retinol:  este é um sal importante da vitamina A, também chamada de retinol, ou vitamina antixeroftálmica. Esta molécula não é fabricada no Brasil e como o seu consumo é alto, importamos em 2019, de vários lugares 62.512 kg desta vitamina, por US$ 2.848.155,00, resultando num preço médio de US$ 45,56/kg, preço este mais ou menos estável em relação a 2018, quando o  mesmo alcançou US$ 42,74/kg. Foram os nossos fornecedores em 2019: China 21,45%, União Europeia 25,46% e Outros países 53,09%.
APIs-I-News – 060
  • lamivudina: é um antiviral inibidor da transcriptase reversa, bastante usado pela classe médica brasileira. Com produção nacional e por isso o Brasil importou em 2019, apenas 1.100 kg do produto por US$ 231.296,00, ao preço médio de US$ 210,27/kg. As origens das nossas importações em 2019 foram: China 10,02%, União Europeia 0,29% e Outros países 89,69%.
  • maleato de enalapril:  esta molécula com ação anti-hipertensiva não é fabricada no Brasil, embora obtida por síntese química. É um farmoquimico bem arraigado no receituário médico brasileiro, dai que a sua importação em 2019 foi bem representativa: US$ 3.603.047,00 cobrindo 21.715 kg. Preço médio: US$ 165,92/kg. Fornecedores: China com 68,38% e Outros países (excetuando a União Europeia) 31,61%.
APIs-I-News – 059
  • haloperidol: este farmoquimico é um antipsicótico usado no Brasil há muitos anos com bastante sucesso. Existe produção nacional, daí que a sua importação é relativamente baixa. Enquanto em 2018 importamos 1.860 kg esta importação em 2019 caiu para 1.074 kg. Valor em US$: 401.620,00. Preço médio US$ 373,95/kg. Os nossos principais fornecedores não estão nem na China nem na União Europeia. Estão em Ouros países, com 99,62% do total das importações.
  • heparina:  com grandes possibilidades de exportação, as importações deste glicosaminoglicano com atividade anticoagulante devem ser analisadas com cuidado, pois sendo um destacado produtor de heparina (nos seus três estágios) o Brasil importou em 2019 a enorme cifra de US$ 40,9 milhões, ao preço médio de US$ 6.216,74/kg, cobrindo 6.575 kg. Vale destacar que a China, com todos os problemas no seu rebanho suíno, foi o nosso único fornecedor em 2019, com 99,17% das nossas importações. Esta dependência precisa ser analisada com mais cuidado pelas autoridades.
APIs-I-News – 058
  • diazepam: esta molécula benzodiazepínica com CAS: 439-14-5 (quanto menor o número mais antigo é), é um dos primeiros ansiolíticos disponíveis no mercado brasileiro. Existe produção nacional do diazepam, porém, o Brasil importou em 2019 a soma de US$ 1.447.333,00 deste farmoquimico (1.699 kg) ao preço médio de US$ 851,87/kg. O nosso principal fornecedor deste ansiolítico em 2019 foi a União Europeia com 94,92% do total.
  • fenofibrato:  procetofeno é o outro nome dado ao fenofibrato que é uma molécula com ação antilipêmica. Ela não é produzida no País e a sua importação alcançou em 2019 a soma de 12.341 kg ao preço médio de US$ 58,09/kg, perfazendo US$ 716.920,00. O preço internacional se manteve estável em relação a 2018 (US$ 52,09/kg), com ligeira tendência à alta. A China enviou-nos 9,09% do total das importações, a União Europeia esteve praticamente ausente e os Outros países nos enviaram 90,64%.
APIs-I-News – 057
  • cloridrato de fenilefrina: poderoso descongestionante nasal e midriático, este farmoquimico tem produção nacional. Contudo, o Brasil importou em 2019, ao preço médio de US$ 205,29 (kg), a importante soma de US$ 1.508.477,00 para 7.348 kg. O mercado internacional apresentou ligeira queda em relação a 2018, quando o preço médio foi de US$ 218,32/kg. Da China vieram apenas 8,24% e da União Europeia 0,61%. O grosso da importação veio de Outros países com 91,15%.
  • dexametasona e sais:  com CAS 50-02-2 a dexametasona é um dos glicocorticoides mais antigos, contudo, ainda é amplamente usado pela classe médica como potente anti-inflamatório. Não produzidos no Brasil, a dexametasona e seus sais (acetato, fosfato dissódico, isonicotinato e dipropionato) registraram em 2019 uma importação de 1.447 kg por US$ 2.534.203,00, resultando num preço médio de US$ 1.751,35/kg. Origem das importações: China 46,26%, União Europeia 11,03% e Outros países 42,71%.
APIs-I-News – 056
  • cloridrato de propafenona: este é um bloqueador do canal de sódio, assim, com ação antiarrítmica (classe IC). Amplamente usada pelos cardiologistas este insumo farmacêutico ativo (IFA) não é fabricado no Brasil. Sua importação total em 2019 foi de 18.863 kg com dispêndio de US$ 4.945.995,00, ao preço médio de US$ 262,21/kg, com alta no mercado internacional em relação a 2018 (US$ 218,67/kg). As importações em 2019 vieram exclusivamente da União Europeia com 99,92% das mesmas.
  • cloridrato de verapamil:   com atividades anti-hipertensivas, antiarrítmicas (classe IV) e antianginosas este farmoquimico obtido por síntese química é amplamente usado no Brasil. Ao preço médio de US$ 191,41/kg em 2019 importamos 5.139 kg por US$ 983.662,00. O preço internacional mostrou-se em alta em relação a 2018 (US$ 139,86/kg). A China não nos fornece este produto. A nossa importação em 2019 veio da União Europeia com 73,77% e de Outros países com 26,18%.
APIs-I-News – 055
  • bromoprida: quimicamente a bromoprida é uma benzamida com propriedades antieméticas. O preço internacional deste farmoquimico tem-se mostrado estável, com tendência a ligeira alta, pois em 2018 o preço  médio de importação foi de US$ 377,79/kg e em 2019 foi de US$ 393,50/kg. Total da importação em 2019: 2.396 kg. Valor: US$ 942.818,00. O principal fornecedor foi a China com 98,31% das remessas em 2019.
  • clonazepam:  esta molécula é um benzodiazepínico com várias propriedades: ansiolíticas, antimaniacas, antiepilépticas e anticonvulsivas. É uma substância controlada pela ANVISA. Embora haja produção nacional, as importações deste farmoquimico alcançaram em 2019 a importante cifra de US$ 11.101.849,00, com preço  médio de US$ 11.860,95/kg, valor unitário bastante elevado. Foram importados 936 kg deste produto em 2019. Único fornecedor com 99,99%; Suíça.
APIs-I-News – 054
  • albendazol e sulfóxido: o albendazol é um anti-helmintico (cestódeos) usado tanto na medicina humana  como veterinária. Seu sulfóxido é também, chamado de ricobendazol. Em 2019, foram importados 104.325 kg por US$ 3.991.061,00, portanto ao preço médio de US$ 38,26/kg. Nem a China, nem a União Europeia são nossos principais fornecedores. De Outros países recebemos 83,86% destes farmoquimicos no ano passado.
  • ascorbato de sódio:  este sal do ácido ascórbico é usado na prevenção e tratamento do escorbuto, mas é usado, também, em outros setores como o alimentício (antimicrobiano e antioxidante). Com consumo elevado e sem produção nacional, as nossas importações deste produto em 2019 atingiram 332.749 kg ao custo de US$ 1.756.639,00, preço médio de US$ 5,28/kg, Preço internacional declinante pois em 2018 este preço médio foi de US$ 7,31 kg. Nossos principais fornecedores em 2019: China com 50,28% e União Europeia com 46,09%.
APIs-I-News – 053
  • levonorgestrel: esta forma levógera do norgestrel é a ativa e é usada em formulações anticoncepcionais por sua ação progestogênica. Seu preço unitário internacional é muito elevado. Importamos em 2019, apenas 275 kg contudo, ao preço médio de US$ 18.931,67/kg, daí um dispêndio de US$ 5,2 milhões. Basicamente os nossos fornecedores  são a União Europeia com 79,27% e a China com 20,19%.
  • metildopa:  é um farmoquimico tradicional na terapia anti-hipertensiva. Não há produção nacional, daí que as nossas necessidades são atendidas pelas importações. Nosso principal fornecedor é a União Europeia com 59,90%, seguida da China com 39,71%. O total que recebemos em 2019 foi de 74.907 kg, pelos quais pagamos US$ 6.362.321,00. Preço médio de US$ 84,94/kg.
APIs-I-News – 052
  • ibuprofeno: com atividade anti-inflamatória, analgésica e antipirética este farmoquimico é classificado como medicação não hormonal. Seu uso é bem difundido no Brasil, daí que importamos em 2019 o total de 877.846 kg, pelos quais pagamos US$ 18,7 milhões e que resultou num preço médio de US$ 21,27/kg. As origens destas importações mostram que elas vieram 33,81% da China, 0,11% da União Europeia e 66,08% de Outros países.
  • lincomicina e sais:  produzida a partir da fermentação do Strepomyces lincolnensis, este antibiótico é, atualmente, importado na sua totalidade. Recebemos do mesmo em 2019, a expressiva soma de 13.682 kg, pelos quais pagamos US$ 2.275.996,00 Da China vieram 20,86% e o restante 79,14% de Outros países (excluídos os países da União Europeia).
APIs-I-News – 051
  • espironolactona: este diurético, como o nome bem diz, é uma lactona que funciona como antagonista da aldosterona. Embora fabricado no Brasil, sua importação é significativa. Em 2019 recebemos do exterior 9.835 kg por US$ 2.701.918,00. Portanto, o preço  médio foi de US$ 274,72/kg. O nosso absoluto fornecedor foi a China com 99,18% do total importado.
  • insulina:   é um hormônio polipeptídico produzido pelo pâncreas e obtido de pâncreas bovino ou suíno. Também é produzido de forma semissintética e recombinante. Sua importação é altamente representativa, pois em 2019, recebemos do exterior 1.548 kg por US$ 16,0 milhões, ao preço médio de US$ 10.356,92/kg. Quase 100% destas importações vêm da União Europeia (99,92%), mais precisamente da Dinamarca, sede do maior produtor mundial deste tipo de hormônio.
APIs-I-News – 050
  • naproxeno: esta molécula apresenta, por ser um anti-inflamatório não hormonal, ainda uma ação analgésica e antipirética. A importação deste farmoquimico é representativa, pois recebemos do exterior em 2019 a quantidade de 24.180 kg por US$ 1.261.552,00, resultando em um preço  médio de US$ 52,17/kg. A China foi o nosso principal fornecedor com 82,05%, tendo outros países nos fornecido o percentual restante.
  • nistatina e sais:  antibiótico polieno com propriedades antifúngicas foi, mas não é mais produzido no Brasil. A União Europeia é o nosso, praticamente, único fornecedor tendo em 2019 nos enviado 99,59% das nossas necessidades. O total importado no ano passado foi de 33.854 kg, por US$ 6.893.228,00, registrando um preço  médio de US$ 203,62/kg.
APIs-I-News – 050
  • naproxeno: esta molécula apresenta, por ser um anti-inflamatório não hormonal, ainda uma ação analgésica e antipirética. A importação deste farmoquimico é representativa, pois recebemos do exterior em 2019 a quantidade de 24.180 kg por US$ 1.261.552,00, resultando em um preço  médio de US$ 52,17/kg. A China foi o nosso principal fornecedor com 82,05%, tendo outros países nos fornecido o percentual restante.
  • nistatina e sais:  antibiótico polieno com propriedades antifúngicas foi, mas não é mais produzido no Brasil. A União Europeia é o nosso, praticamente, único fornecedor tendo em 2019 nos enviado 99,59% das nossas necessidades. O total importado no ano passado foi de 33.854 kg, por US$ 6.893.228,00, registrando um preço  médio de US$ 203,62/kg.
APIs-I-News – 049
  • prednisolona: este farmoquimico é um corticosteroide sintético, intercambiável com a prednisona. Não é produzido no Brasil e sua importação alcançou em 2019 a quantidade de 5.849 kg por US$ 6.827.256,00, ao preço  médio de US$ 1.167,25/kg. Estas importações têm origem na China (49,20%) e União Europeia (49,25%), sendo  nulas as oriundas de outras partes.
  • prednisona:  já as importações deste corticosteroide em 2019 tiveram origem na China em sua quase totalidade (97,80%). No ano passado as importações deste produto atingiram US$ 5.325.341,00, para 7.668 kg, resultando num preço médio de US$ 694,49/kg. Tanto a prednisona como prednisolona são amplamente usadas pela classe médica brasileira.
2019
APIs-I-News – 048
  • clortalidona: este farmoquimico é uma sulfonamida (NCM 2935.90.12) com ação diurética e usada como anti-hipertensivo. As nossas necessidades são supridas basicamente pela União Europeia, com  90,12% das importações, em 2019, até novembro. Recebemos neste período  10.671 kg correspondentes a US$ 1.847.032,00, portanto, ao preço médio de US$ 173,09/kg. O preço no mercado internacional mostra-se ligeiramente abaixo do praticado em 2018 (-7,0%).
  • furosemida:  esta molécula é um item importante do arsenal terapêutico como anti-hipertensivo, pela sua ação diurética. A China não é nosso fornecedor deste farmoquimico. Até novembro de 2019, recebemos US$ 1.819.717,00, sendo da União Europeia (51,44%) e US$ 1.717.257,00  de Outros Países (48,55%). O peso total da importação de furosemida no período foi de 38.474 kg, ao preço médio de US$ 91,94/kg. O preço internacional até agora (2019) é superior em 8,9%  ao registrado em 2018.
APIs-I-News – 047
  • cianocobalamina: ao preço  médio de US$ 263,39/kg em 2019, até novembro, importamos  12.460 kg desta vitamina por US$ 3.281.855,00. Como é sabido, o Brasil não fabrica vitaminas, apesar do alto consumo das mesmas. A cianocobalamina é conhecida como vitamina B12, com forte ação hematopoiética. Origem das importações: China 45,62%, União Europeia 43,66%, Outros Países  10,72%, origem bem diversificada.
  • claritromicina:  este antibiótico é um derivado da eritromicina e não tem produção local. Em 2019, até novembro, importamos 23.279 kg por US$ 6,0 milhões ao preço médio de US$  255,84/kg, que se encontra ligeiramente acima do preço  médio praticado em 2018. Nem a  China, nem a União Europeia são fornecedores importantes deste antibiótico que nos é fornecido por Outros Países (99,77%).
APIs-I-News – 046
  • cafeína: é um alcaloide tradicionalmente usado em medicina como estimulante do sistema nervoso central e, também, como estimulante respiratório. Importações em 2019, até novembro: US$ 12,9 milhões. Preço médio: US$ 10,36/kg.  Volume: 1.247 toneladas. Origem: China  78,44%, União Europeia 10,28%, Outros Países 11,28%. Mercado internacional estável.
  • carisoprodol:   muito usado no Brasil, este relaxante músculo esquelético não é aqui produzido. Importamos nos primeiros onze (11) meses de 2019, a importante soma de US$ 6,8 milhões, sendo 15,82% da União Europeia e 84,18% de Outros Países (não incluindo a China, da qual nada importamos). O preço  médio no período foi de US$ 84,18/kg, refletindo um mercado internacional absolutamente estável em relação ao ano passado.
APIs-I-News – 045
  • butilbrometo de escopolamina: também denominado butilbrometo de escopolamônio, este farmoquimico, com ação antiespasmódica, não é produzido no Brasil. As importações em 2019, até novembro, vieram da União Europeia com  54,41% e de Outros Países, com   45,59%. A China não é nosso fornecedor deste insumo ativo. As importações neste período de 2019, chegaram a US$ 20,9 milhões, ao preço  médio de US$   2.925,37/kg, com os preços do mercado internacional ligeiramente superiores aos praticados em 2018.
  • carbamazepina:  este importante anticonvulsivo já foi fabricado no Brasil, mas não é mais. Sua importação é altamente representativa pois nos primeiros onze (11) meses de 2019, dispendemos US$ 8,6 milhões com sua importação, ao preço médio de US$ 51,97/kg. A maior parte destas importações vem da China com   61,36% do total. Atualmente o mercado internacional mostra tendência de baixa, cerca de 12,45% inferior ao preço ao preço praticado em 2018.
APIs-I-News – 044
  • acetato de ciproterona: este farmoquimico que apresenta ação antiandrogênica não tem produção nacional. Sua importação em 2019, até novembro atingiu US$ 20,8 milhões por  1.632 kg, ao preço médio de US$ 12.721,02/kg. Origem das importações: China 2,67%, União Europeia, 97,20%, e Outros Países  0,13%. O mercado internacional está estável e em linha com os números de 2018.
  • acetato de retinol:  metabolizado a partir de carotenoides na mucosa  intestinal, ele tem forte ação antixeroftálmica. A origem das nossas importações é bem distribuída, pois em 2019, até novembro, elas vieram  34,39% da China, 38,93%, da União Europeia e  26,68% de Outros Países. O total importado foi de US$ 20,4 milhões por  330.206 kg ao preço médio de US$   61,68/kg. Em 2019 os preços internacionais mostram uma acentuada redução da ordem de 46%.
APIs-I-News – 043
  • diclofenaco sódico: é um anti-inflamatório de uso bastante amplo no País. Seu preço internacional tem se mostrado substancialmente mais elevado em relação ao preço praticado em 2018 (US$ 19,84/kg). Este em 2019, até outubro, pulou para US$ 38,27 kg, alta significativa. Nesse período de 2019 foram importados 86.090 kg por US$ 3.294.816,00. Fornecedores: China, 14,60%; União Europeia, 9,35% e Outros Países, 76,05%.
  • ubidecarenona:  também chamada ubiquinona 10, esta coenzima pertence à família das ubiquinonas. Clinicamente é usada como cardiotônico e no tratamento de Doença de Parkinson. Esta coenzima não é produzida no Brasil e a sua importação em 2019, até outubro foi de 9.841 kg por US$ 1.553.537,00, com preço médio de US$ 157,86/kg. O preço internacional está em baixa em relação a 2018. A China é o nosso grande fornecedor com 94,81% do total das importações registradas nesses primeiros dez (10) meses de 2019.
APIs-I-News – 042
  • penicilina benzatina: embora a benzilpeniclina benzatina seja um antibiótico da primeira geração de antibióticos, este clássico antibacteriano ainda tem um mercado no Brasil bastante estável. Para abastecê-lo, em 2019, até outubro, o Brasil importou 8.968 kg por US$ 570.869,00 ao preço médio de US$ 63,66/kg. Praticamente, o nosso único fornecedor é a China com 99,65% do total das importações.
  • praziquantel:   este anti-helmíntico é usado no tratamento da esquistossomose. Oito mil e duzentos (8.200) kg de praziquantel foram importadas em 2019, até outubro, por US$ 1.962.285,00, ao preço médio de US$ 239,30/kg. Os nossos principais fornecedores deste anti-helmíntico são a União Europeia com 67,97% e a China com 31,00%.
APIs-I-News – 041
  • ácido nicotínico: esta vitamina é um cofator enzimático com ação antilipêmica usada no tratamento da pelagra. Como todas as vitaminas, também desta não há produção no País, 1.651 toneladas foram importadas em 2019, até outubro com um dispêndio de US$ 6,398 milhões. Preço médio US$ 3,87/kg, com redução de 12% em relação a 2018. Nem a China nem, a União Europeia são importantes fornecedores, já que a maior parte das importações vêm de Outros Países (92,53%)
  • acetato de tocoferol:  a vitamina E tem alto poder antioxidante e o acetato de tocoferol é usado como suplemento da vitamina. O valor das suas importações foi elevado em 2019, até outubro: US$ 28,7 milhões para 5.356 toneladas. Origem, das importações: China, 7,47%; União Europeia: nada; e Outros Países, 92,53%. As origens destas importações são bem diversificadas.
APIs-I-News – 040
  • sulfato de gentamicina: a gentamicina é um antibiótico complexo obtido por fermentação. No passado foi produzido no Brasil, hoje não é mais. As importações deste sal de gentamicina em 2019, até outubro, atingiram 16.421 kg por US$ 1.626.363,00, ao preço médio de US$ 99,04/kg. O mercado internacional está estável em relação a 2018. O principal fornecedor é a China com 91,08% do importado em 2019.
  • ácido ascórbico:  a vitamina C é amplamente utilizada em vários setores,  mas clinicamente é usada em aplicações imunológicas e atua no metabolismo lipídico. É fundamental como antiescorbútico. Não há produção nacional. Em 2019, até outubro, importamos US$ 19,2 milhões, para 4.299 toneladas (preço médio US$ 4,46/kg). Preço internacional em baixa em relação a 2018. Fornecedores: China, 79,33%; União Europeia, 19,39% e Outros Países apenas 1,28%.
APIs-I-News – 039
  • dipirona: este analgésico e antipirético já foi produzido aqui há  muitos anos passados. Hoje, todo ele vem do exterior. E até setembro de 2019 já gastamos US$ 35,3 milhões com a sua importação de 2.302 toneladas. O preço  médio desta importação é de US$ 15,36/kg e o mercado internacional é estável com ligeira tendência de alta. A China e a União Europeia dominam as nossas importações de dipirona, a primeira com 52,40% e a segunda com 47,52%.
  • paracetamol:  também chamado de acetaminofeno este analgésico e antipirético é outro gigante do consumo mundial de farmoquimicos. Veja que em 2019, até setembro, já importamos 1.107 toneladas por US$ 6.957.677,00 (preço  médio de US$ 6,28/kg). Este preço é superior ao praticado em 2018, que foi de US$ 5,37/kg. A China domina o nosso mercado fornecendo-nos  89,04% das nossas necessidades de importação. No Monitor Farmoquimico que se encontra na Área V.I.P deste Portal podem ser encontrados mais detalhes destas importações do paracetamol.
APIs-I-News – 038
  • gliburida: sem produção no Brasil a gliburida é uma sulfoniluréia de segunda geração com atividade hipoglicemiante. Ao preço médio de US$ 165,59/kg, importamos em 2019, até setembro, 4.454 kg por US$ 737.527,00. Mercado internacional em alta em relação a 2018. Nem a China, nem a União Europeia são nossos fornecedores deste farmoquimico, pois 98,81% das importações vêm de Outros Países.
  • triancinolona acetonida:  é um glicorticorde usado como antiasmático e antialérgico, em ambos os casos por via nasal. Não há produção no País e dele importamos em 2019, até setembro, 120 kg por US$ 267.046,00, ao preço  médio de US$ 2,225,38/kg, preço internacional absolutamente estável. Origem das importações: União Europeia, 77,99%, China, 11,00% e Outros Países, 11,01%.
APIs-I-News – 037
  • ácido acetilsalicilico: analgésico, anti-inflamatório e antipirético, o AAS além de ser o farmoquimico mas usado no mundo é, também, um dos mais antigos, pois sua síntese é do final do século 19. Já tendo fabricado este produto no passado, hoje o Brasil não o fabrica mais. Importamos em 2019, até setembro: peso, 329,7 toneladas; valor, US$ 1.690.044,00.  Mercado internacional estável, com ligeira tendência à alta. Origem das importações: China, 28,41%; União Europeia 4,84%; Outros Países, 66,75%.
  • cetoprofeno:  não há produção nacional deste analgésico e anti-inflamatório. Sua importação em 2019, até setembro, atingiu US$ 8.650.887,00 (32.677 kg) ao preço  médio de US$ 264,74/kg, bem abaixo do praticado em 2018, que foi de US$ 350,41/kg. A União Europeia é o nosso principal fornecedor com 60,41% das importações, seguida de Outros Países com 28,32% e da China com 11,27%.
APIs-I-News – 036
  • bromazepam: ansiolítico amplamente usado no Brasil, ele é aqui fabricado pela Formil e Nortec Química. Contudo, a sua importação tem valor elevado pois o seu preço internacional é alto, tendo atingido em 2019, ate setembro, US$ 6.052.348,00 (340 kg), preço médio US$ 17.801,01/kg. A Suíça é o nosso único fornecedor externo com 99,93% das importações, e com razão pois ela é o berço do bromazepam.
  • cetoconazol:  este farmoquimico é um antimicótico de amplo espectro, ativo por via oral e amplamente usado pela classe  médica brasileira. Sua importação é elevada, pois em 2019, até setembro, já atingiu US$ 4.354.656,00 por 50.722 kg (preço médio de US$ 85,85/kg). Mercado internacional estável. Origem das importações: China com 8,51%, União Europeia com 13,93% e Outros Países com 77,56%. Mais detalhes veja neste Portal clicando “Monitor Farmoquimico”.
APIs-I-News – 035
  • azatioprina: este imunossupressor e antirreumático é produzido no Brasil, contudo a sua importação é bastante representativa. Em 2019, até setembro, recebemos do exterior 2.175 kg deste farmoquimico, por US$ 911.860,00, o que resulta em um preço  médio de US$ 419,25/kg; em 2018 este preço médio foi de US$ 444,19/kg, caracterizando uma leve baixa em 2019. O absoluto fornecedor é a China com 96,89% das importações brasileiras.
  • zidovudina (AZT):  como este antiviral é produzido no Brasil pela Cristália e pela Nortec Química a importação do mesmo é reduzida, o que mostra a excelência da nossa produção. Apenas 500 kg deste produto foram importados em 2019, até setembro, por US$ 91.619,00, com preço  médio de US$ 183,24/kg, preço internacional estável em relação a 2018. O principal fornecedor é a China com 94,27% das importações.
APIs-I-News – 034
  • ácido fólico: é uma vitamina hematopoiética. Este ácido não é produzido localmente, e a sua importação alcançou em 2019, até setembro, a importante soma de US$ 3.775.319,00 (73.306 kg) resultando em preço médio de US$ 51,50/kg. Preço internacional em alta em relação a 2018. A China é o principal fornecedor com 55,19% do total das importações. Veja mais no Monitor Farmoquimico neste Portal.
  • amoxicilina e sais:  o Brasil já foi produtor deste importante antibiótico, infelizmente não é mais. Agora somos totalmente dependentes do exterior. Em 2019, até setembro, importamos 1.326 toneladas de amoxicilina por US$ 33,9 milhões ao preço  médio de US$ 25,60/kg. Preço internacional estável, com ligeira tendência de baixa. Fornecedores: China, 46,16%; União Europeia, 2,59% e Outros Países, 51,24%, principalmente o México.
APIs-I-News – 033
  • asparaginase: é uma enzima (NCM 3507.90.39) importante que inibe o crescimento de células tumorais que necessitam da asparaginase exógena (leucemia aguda). O Brasil não produz esta enzima. Dela, em 2019, até setembro, foram importados 3.960 kg por US$ 284.412,00, ao preço médio de US$ 71,82/kg, ligeiramente abaixo do preço praticado em 2018 (US$ 79,15/kg). Único fornecedor: União Europeia.
  • rutina:  também chamada de rutosídeo, este farmoquimico é extraído de vários tipos de plantas inclusive algumas espécies de eucalipto. Produzido no nordeste brasileiro, ele é usado no tratamento da fragilidade capilar venosa. Contudo, em 2019, até setembro, importamos US$ 623.602,00 (8.228 kg) ao preço médio de US$ 75,79/kg. Preço internacional estável. A União Europeia é o nosso principal fornecedor com 85,56% do total (US$ 533.577,00).
APIs-I-News – 032
  • sulfato de condroitina: extraído de cartilagens de aves, bovinos e suínos, este condroprotetor é fabricado no País por algumas empresas. Nem por isto as suas importações deixam de ser representativas. Com efeito, em 2019, até setembro, importamos 81.151 kg por US$ 2.530.298,00, ao preço  médio de US$ 31,18/kg, bem inferior ao preço médio de 2018, que foi de US$ 61,33/kg. Principal fornecedor: China com 66,07%, seguida pela União Europeia com 17,55%.
  • aciclovir:  este nucleosídeo acíclico com atividade inibitória contra várias viroses herpéticas, é um destacado item das importações brasileiras de farmoquimicos. O nosso principal fornecedor de aciclovir é a União Europeia com 43,14% de um total de US$ 2.181.641,00 importado em 2019, até setembro. O segundo mais importante fornecedor é a China com 42,72% do total. O preço internacional está em alta em relação ao praticado em 2018.
APIs-I-News – 031
  • sulfato de neomicina: a neomicina é um antibiótico complexo, composto das neomicinas A, B e C, obtida do Streptomyces fradie. Não há produção nacional. Em 2019, até setembro, importamos 89.815 kg por US$ 1.471.918,00, portanto ao preço médio de US$ 16,39/kg. Mercado internacional estável. Principal fornecedor: China, com 82,54% das importações.
  • tiabendazol:  este farmoquimico é um destacado anti-helmíntico, com atuação eficaz sobre os nematódeos. É, também, usado em veterinária como anti-helmíntico. Embora fabricado no Brasil, a sua importação é elevada, atingindo em 2019, até setembro, a importante cifra de US$ 4,6 milhões (116.865 kg). O preço  médio de importação em 2019 está 12% superior ao preço internacional de 2018. Nem a China nem a União Europeia são nossos fornecedores, pois 99,32% das importações vêm de Outros Países.
APIs-I-News – 029
  • levodopa: esta é uma arma poderosa para o tratamento da Doença de Parkinson. A levodopa não é produzida no Brasil. Em 2019, até agosto, importamos 39.026 kg por US$ 3.638.096,00, ao preço médio de US$ 93,22/kg. Origens: China US$ 331.634,00 (9,12%), a União Europeia não nos enviou nada deste produto em 2019 e os demais países dominaram as importações com US$ 3.306.217,00 (90,88%).
  • mentol:  extraído de alguns tipos de menta (arvensis, piperita) ou produzido sinteticamente por hidrogenação do timol, o mentol é usado em vários setores: farmacêutico (antiprurítico tópico, balas contra a tosse e inalantes nasais), perfumaria, confeitaria e até cigarros. Embora o Brasil produza e exporte este farmoquimico, as importações são elevadas. Total importado em 2019, até agosto: US$ 13.888.328,00 (743.013 kg). Origens: China 21,62%, União Europeia 46,49%, outros países 31,89%.
APIs-I-News – 030
  • metildopa: importante anti-hipertensivo usado no Brasil, contudo não o produzimos. Importamos a sua totalidade. US$ 4.656.011,00 foi o montante importado em 2019, até agosto, deste produto, cobrindo 55.457 kg o que resulta em um preço médio de US$ 83,96 kg. A União Europeia é o nosso principal fornecedor com 57,03%, seguida da China com 42,65%. A importação de outros países é infimo, representando, apenas, 0,32%,
  • norfloxacino:  este farmoquimico é um antibacteriano quinolônico fluorado. Em 2019, até agosto, o Brasil recebeu 75.950 kg deste farmoquimico e dispendeu US$ 3.088.763,00, ao preço médio de US$ 40,67 kg. Mercado internacional estável. Origem das importações: China com 67,74% (US$ 2.092.325,00) e outros países com US$ 995.801,00 (30,24%). Da União Europeia não recebemos praticamente nada, apenas 0,02% das importações.
APIs-I-News – 028
  • fumarato de tiamulina: este é um farmoquimico usado, exclusivamente, em veterinária como antibacteriano (antibiótico) e é derivado da pleuromutilina, com uma importação de 214.650 kg em 2019, até agosto, ao preço médio de US$ 34,82 kg. A China é praticamente o nosso único fornecedor de tiamulina abocanhando 99,94% das nossas importações.
  • gestodeno:  este progestogênio é usado em combinação com o estrogênio em anticonceptivos orais. Os nossos grandes fornecedores são a União Europeia com US$ 1.633.052,00 (56,78%) e outros países com US$ 1.242.917,00 (43,21%). O total importado em 2019, até agosto, foi de 28 kg por US$ 1.718.394,00, ao preço médio de US$ 61.371,21/kg. As importações da China representaram, apenas, 0,01%.
APIs-I-News – 027
  • flunarizina e dicloridrato: a flunarizina é um vasodilatador cerebral e periférico fluorado, derivado da cinarizina. A China não participa das importações brasileiras deste produto. Detalhadamente importamos em 2019, até agosto, 2.961 kg por US$ 2.219.347,00, resultando em um preço médio de US$ 749,53. A União Europeia é o nosso grande fornecedor com 92,98% (US$ 2.063.500,00). Os demais países entram com US$ 155.847,00 (7,02%).
  • fosfato de clindamicina:  amplamente usada no Brasil a clindamicina é um antibiótico semissintético derivado da lincomicina. Atualmente não há produção no Brasil deste antibiótico. Em 2019, até agosto, recebemos US$ 2.374.933,00 (80,25 kg) sendo a China o maior fornecedor com US$ 2.338.998,00 (98,49%). A importação de outros países é desprezível pois representa , apenas, 1,51%.

APIs-I-News – 026
  • cobamamida: esta coenzima é a forma metabolicamente ativa da vitamina B12. Não há produção nacional desta coenzima. O nosso principal fornecedor é a China com 88,99% das nossas importações. Em 2019, até agosto, recebemos 143 kg por US$ 1.495.466,00 ao preço médio de US$ 10.457,80. Fornecedores: China (US$ 1.330.762,00), e de outros países recebemos US$ 164.704,00. Não houve importação da União Europeia em 2019.
  • desogestrel:  é um progestogênio com baixa potencia androgênica. E usado isolado ou em combinação com estrogênio nos anticoncepcionais orais. Embora possa haver produção nacional não reportada, dado o elevadíssimo preço internacional, o Brasil dispendeu em 2019, até agosto, a respeitável soma de US$ 5.534.709,00 (preço médio de US$ 145.650,02/kg). A União Europeia é o nosso principal fornecedor com 91,02% das importações.
APIs-I-News – 025
  • cloridrato de lincomicina: este antibiótico é um dos destaques do arsenal terapêutico antibacteriano, com ampla utilização pela classe médica brasileira. O nosso grande fornecedor deste antibiótico é a China, que nos enviou 223.694 kg por US$ 8.453.007,00 ao preço médio de US$ 37,79/kg. Isto em 2019, até agosto. A importação de outros países foi pequena, atingindo, apenas 3,94%.
  • clortalidona:  é uma sulfonamida com grande utilização como diurético e anti-hipertensivo. Em 2019, até agosto, contabilizamos uma importação de 8.816 kg deste farmoquimico, alcançando US$ 1.518.669,00 ao preço médio de US$ 172.26/kg. Mercado internacional estável. Origens: União Europeia com US$ 1.362.942,00 (89,75%), China com US$ 15.329,00 (1,01%) e outros países com US$ 140.398,00 (9,24%).
APIs-I-News – 024
  • clonazepam: é uma molécula controlada pela Portaria SVS/MS nº 344, por tratar-se de um derivado benzodiazepínico. Basicamente oriundas da Suíça, as importações em 2019, até agosto já atingiram US$ 3.786.281,00 (contra US$ 3.918.237,00 em todo o ano de 2018) para 312 kg, redundando em um preço  médio de US$ 12.135,52/kg.
  • cloridrato de fenilefrina:  antagonista alfa-adrenérgico é especialmente usado como descongestionante nasal. A maior parte das importações (92,05%) vêm de países que não a China ou países da União Europeia. Em 2019, até agosto, recebemos US$ 1.153.629,00 deste produto ao preço médio de US$ 205,20/kg. O mercado internacional encontra-se em ligeira baixa, pois este preço médio em 2018 foi de 218,32/kg.
APIs-I-News – 023
  • albendazol e sulfóxido: este anti-helmíntico é específico para o combate aos cestódeos. Ele é usado tanto na terapia humana como na terapia veterinária. Embora exista produção nacional deste anti-helmíntico, as importações em 2019, até agosto, são representativas, pois recebemos 61.139 kg do produto, por US$ 2.306.653,00 ao preço médio de US$ 37,73/kg. Origem das importações: China com 9,78%, União Europeia com 0,29% e demais países com 89,93%.
  • bromazepam:  é uma  molécula benzodiazepínica, amplamente usada como ansiolítico. Dada a potência deste farmoquimico em 2019, até agosto foi importada pequena quantidade em peso (340 kg), mas com valor elevado US$ 6.047.338,00, resultando no preço médio de US$ 17.786,29/kg. Estas importações basicamente são oriundas da Suíça (99,93%), berço deste importante ansiolítico.
APIs-I-News – 022
  • prednisona: é um corticosteroide sintético, responde pelo CAS: 53-03-2. Amplamente usado no País tanto na terapia humana quanto na veterinária, a importação atual  se mantém estável em relação a 2018, já que em 2019, até julho importamos 4.417 kg, por US$ 3.172.614,00, ao preço médio de US$ 718,27/kg. Não há produção nacional. O nosso grande fornecedor é a China que atende a 97,53% das nossas importações. Os 2,47% restantes são cobertos por importações da  União Europeia e outros países.
  • prednisolona:  também é um corticosteroide sintético não produzida no Brasil, com consumo local bastante relevante. A importação anual é da ordem de 7,6 toneladas. Até julho de 2019, já importamos 3.558 kg, equivalentes a US$ 4.088.888,00 , a um preço médio de US$ 1.149,21/kg. A China (45,88%) disputa com a União Europeia (52,58%) a primazia de ser o  nosso maior fornecedor. A importação de outros países é pequena representando, apenas, 1,54% (US$ 63.077,00).
APIs-I-News – 021
  • succinato sódico de hidrocortisona: é o principal hormônio glicocorticoide produzido pela córtex suprarrenal. É também chamado de hormônio anti-inflamatório. Não produzimos aqui este importante farmoquimico. As importações atingiram em 2019, até julho, a significativa soma de US$ 5.586.931,00, cobrindo 9.004 kg do produto, ao preço  médio de US$ 620,49/kg. A China não é nosso fornecedor deste succinato. O são a União Europeia com 50,40% (US$ 2.815.974,00) e outros países com 49,60% (US$ 2.770.957,00). O consumo interno apresenta tendência de alta.
  • sulfato de condroitina: obtido por extração de cartilagem de aves, bovinos e suínos este mucopolissacarídeo é usado como condroprotetor nas osteoartrites. Embora produzido no Brasil, as importações deste farmoquimico (NCM 3013.90.60) são relativamente elevadas,  pois em 2019, até julho, já importamos 62.476 kg por US$ 1.637.769,00 ao preço  médio de US$ 26,21/kg. A maior parte destas importações é oriunda da China com 59,61% seguida pela União Europeia com 22,79% e por outros países com 17,60%.
APIs-I-News – 020
  • ursodiol: potente anticolelitogênico, este farmoquimnico (CAS: 128-13-2) também atende pelo nome de ácido ursodeoxicólico. É encontrado abundantemente na bile bovina . Nos sete (07) primeiros meses de 2019 o Brasil importou 5.715 kg deste IFA por US$ 2.188.531,00 ao preço médio de US$ 382,95/kg. A União Europeia é a origem primordial destas remessas com 96,72% (US$ 2.116.685,00) secundada pela China com 3,21% (US$ 70.153,00). As importações de outros países são mínimas (0,07%). O preço no mercado externo estão estáveis em relação a 2018.
  • trimetoprima:  ficha técnica (NCM: 2933.59.41; DCB: 08921; CAS: 738-70-5). É um destacado IFA com propriedades antibacterianas, amplamente usado em associações com sulfas, especialmente o sulfametoxazol. O preço internacional está estável em relação a 2018. Importamos em 2019, até julho, 40.914 kg por US$ 1.615.939,00, portanto ao preço  médio de US$ 39,50/kg. A origem destas importações é bem diversificada: China: 42,71%, União Europeia: 0,07% e outros países com 57,22%. A tendência das importações em 2019 é de alta, em relação a 2018.
APIs-I-News – 019
  • pantotenato de cálcio: parte do complexo B, esta vitamina é conhecida, também, como vitamina B5. Ela é essencial na biossíntese da coenzima A, em células de mamíferos. Sua importação é elevada. Em 2019, até julho, recebemos 548.332 kg por US$ 13.261.578,00 ao preço  médio de US$ 24,19/kg, estando o mercado em baixa em relação a 2018. A União Europeia é a nossa grande fornecedora com 71,79% (US$ 9.520.032,00), seguida da China com 28,15% (US$ 3.733.152,00). Os demais países entraram com 0,06% (US$ 8.394,00).
  • riboflavina:  também chamada de vitamina B² ou lactoflavina, este farmoquimico é considerado um cofator enzimático. Tanto é usada na terapia humana, como na terapia veterinária. No que vai  de 2019 (até julho), o Brasil importou 215.805 kg deste produto, por US$ 5.040.838,00, ao preço  médio de (US$ 23,36/kg). O preço internacional está bem inferior ao de 2018 (US$ 31,75/kg). A China nos remeteu 46,51% das nossas importações, a União Europeia 33,97% e outros países 19,52%.
APIs-I-News – 018
  • oxitetraciclina: usado no Brasil desde a década de 1950 este antibiótico, obtido de actinomicetos, continua sendo um antibacteriano amplamente empregado pela classe médica. Sem produção nacional, toda a oxitetraciclina vem do exterior. A China é o nosso absoluto fornecedor. Nos primeiros sete (07) meses de 2019 este país asiático  nos forneceu US$ 5.520.441,00 (99,73%). As importações dos demais países foram inexpressivas, representando 0,27% ou US$ 15.081,00. O preço médio das importações foi de US$ 15,67/kg.
  • palmitato de retinol:  responde pelo CAS: 79-81-2. Como o acetato, o palmitato é um ilustre representante da vitamina A, a vitamina antixeroftálmica. Ela é metabolizada em retinal que é elemento chave no sistema visual. US$ 1.685.627,00 (35.046 kg) foi o total importado em 2019, até julho, ao preço  médio de US$ 48,10/kg. O mercado internacional deste palmitato encontra-se em alta, em relação aos preços de 2018. Origem das importações desta vitamina: China 21,88%, União Europeia 28,22% e outros países 49,90%.
APIs-I-News – 017
  • naproxeno: este é um farmoquimico não esteroidal. Com propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antipiréticas, o seu uso no Brasil é bem amplo. O preço internacional deste principio ativo não é elevado (US$ 46,61/kg em 2018), o que facilita o seu maior consumo. Em 2019, até julho, importamos US$ 810.517,00 de naproxeno sendo a China o nosso principal fornecedor com US$ 771.921,00 (95,24%). As importações da União Europeia e demais países foram, até agora, insignificantes.
  • nitrato de tiamina:  a vitamina B¹ é um nutriente essencial para o metabolismo dos carboidratos. A sua deficiência crônica conduz a danos neurológicos graves (beribéri). O Brasil não produz vitaminas, portanto todo o nitrato de tiamina aqui consumido é importado. Nos sete (07) primeiros meses de 2019, recebemos 107.065 kg, por US$ 3.811.621,00 ao preço médio de US$ 35,60/kg. Mercado internacional em baixa em relação a 2018. Origem das importações: China 57,83%, União Europeia 42,14% e demais países 0,03%.

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